SINOPSE
A camisa da seleção brasileira de futebol masculino tornou-se um símbolo controverso, associada a movimentos políticos de direita e extrema-direita. Desde 2015, sua utilização em manifestações a favor do impeachment de Dilma Rousseff e, posteriormente, em apoio ao governo atual, gerou divisões entre torcedores, que se viram diante de um dilema: vestir ou não a icônica peça durante eventos como a Copa do Mundo de 2018 na Rússia.
Questões sobre a responsabilidade do jornalismo, especialmente no programa “Fantástico” da Rede Globo, emergem nesse contexto. A análise cuidadosa dessas dinâmicas e suas repercussões sociais revela um panorama complexo, onde a camisa amarela transcende o esporte e se torna um reflexo das tensões políticas no Brasil contemporâneo.








