SINOPSE
Procrastinação não é simplesmente falta de disciplina, mas sim uma resposta do cérebro que associa a ação a uma ameaça. Quando o desconforto surge ao tentar iniciar algo importante, um circuito neurobiológico é ativado, levando à busca por alívio e reforçando comportamentos de fuga. Com o tempo, metas se tornam ameaças e a ação, paralisada.
Uma abordagem inovadora propõe um método clínico de 30 dias para romper esse ciclo de autossabotagem. Através da neurociência e da análise clínica, oferece ferramentas práticas e um plano estruturado, permitindo que o comportamento se torne compreensível e, consequentemente, modificável.