SINOPSE
Questões sobre a privacidade dos cidadãos e o direito à informação são exploradas de maneira profunda, levantando dilemas éticos e legais. A reflexão teórica é entrelaçada com a análise de casos reais, códigos deontológicos e entrevistas com jornalistas, proporcionando uma visão abrangente sobre o tema.
A busca por um equilíbrio entre o direito à informação e os direitos de personalidade é central, levando à conclusão de que a autorregulação se mostra mais eficaz do que a legislação para lidar com esses desafios contemporâneos na prática jornalística.