SINOPSE
Um ensaio crítico explora a crise da comunicação pública no Brasil e seus efeitos na democracia e na governança. A fragilidade dos sistemas de comunicação estatal, marcada por improviso e interferências políticas, é analisada como um fator central de instabilidade democrática, revelando a comunicação como um elemento estruturante da erosão institucional contemporânea. Experiências reais no setor público e diálogos com o jornalismo e a sociologia da comunicação são utilizados para expor a relação entre Estado, governo, mídia e sociedade.
A gestão da informação, o colapso de estruturas oficiais e a disputa por hegemonia discursiva em um contexto de hiperpolarização e desinformação são abordados com precisão analítica. A reflexão proposta sobre a comunicação governamental destaca seu papel como instrumento de transparência e fortalecimento democrático, sendo relevante para jornalistas, gestores públicos, estudantes e profissionais da comunicação que buscam entender os desafios contemporâneos da comunicação pública e seu impacto na democracia.