SINOPSE
Ativistas antirracistas têm se destacado na luta por igualdade social, enfrentando desafios em diversas áreas, como costumes, mercado de trabalho e política. Com uma abordagem crítica e acessível, a autora explora o direito à cidade, revelando como a formação das cidades brasileiras, desde a colonização, perpetua uma herança higienista. Referências de renomados arquitetos são entrelaçadas com pensadores influentes, destacando a importância de uma análise crítica das questões sociais.
Alternativas inovadoras são propostas para os municípios brasileiros do século 21, visando transformar o espaço urbano em um ambiente de sinergia e inclusão. A obra convida à reflexão sobre as divisões que ainda persistem entre centro e periferia, ricos e pobres, e a necessidade de promover uma existência melhor para todos, independentemente de gênero, raça, classe ou orientação sexual.