SINOPSE
No segundo volume, o olhar se expande, convidando a erguer os olhos para o cosmos e reconhecer a própria escala no universo. A pequenez humana é apresentada como uma humildade sagrada e dignidade consciente. Poemas que alternam entre céu e corpo, infinito e instante, revelam que somos poeira de estrelas com consciência, um sopro breve em uma história eterna. A vastidão acolhe o humano, refletindo sobre pertencimento, reverência e equilíbrio.
A consciência da finitude não empobrece a vida, mas a intensifica. Este é um convite à ampliação: reconhecer-se pequeno sem perder valor, encontrando o próprio lugar no todo e não dominando, mas pertencendo.