SINOPSE
O conflito de 1948 em Israel e Palestina é interpretado de maneiras opostas, com os israelenses o chamando de “Guerra da Independência” e os palestinos referindo-se a ele como Nakba, ou “catástrofe”. Essa obra analisa a expulsão de cerca de um milhão de pessoas e a destruição de centenas de aldeias, propondo que esses eventos sejam vistos como uma operação deliberada de “limpeza étnica”. A pesquisa se baseia em documentos acessíveis e testemunhos orais que revelam a complexidade da situação.
A narrativa explora as implicações profundas desse conflito, destacando que a verdadeira questão não reside na identidade judaica, mas no caráter étnico-sionista que exclui os palestinos. A luta por reconhecimento e coexistência pacífica é central, e a obra alerta para as consequências globais de uma resolução não alcançada, que pode resultar em um ciclo de violência e desespero, afetando não apenas a região, mas também potências ocidentais.