SINOPSE
Nem toda ausência se traduz em vazio; algumas permanecem silenciosas e ativas, impossíveis de serem apagadas. Territórios são percorridos, revelando fragmentos de cidades que se apagam, casas que aguardam e memórias que resistem, mesmo quando não podem ser nomeadas. Entre o visível e o irreversível, constrói-se uma cartografia do que foi esquecido ou perdido antes de existir plenamente.
A linguagem escuta e transforma cada texto em um espaço onde a ausência se torna presença. Estas páginas oferecem uma experiência única: atravessar o que não volta e reconhecer o que permanece, habitando o que não pode ser dito.