SINOPSE
Conceitos de convivência social emergem como fundamentais para a proteção das pessoas, destacando a importância da Assistência Social nessa abordagem. A prática no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) reflete uma orientação que vai além da teoria, influenciando diretamente a atuação das equipes e a gestão cotidiana. As desigualdades, muitas vezes enraizadas nas relações sociais, limitam o desenvolvimento individual e coletivo.
A discussão sobre convivência como proteção pública se torna ainda mais relevante em tempos de racismo estrutural, intolerância e outras formas de discriminação. A análise proposta revela experiências inovadoras que elucidam o papel do SUAS no combate às desigualdades, enfatizando a necessidade de vínculos sociais para garantir maior proteção e inclusão, promovendo um ambiente de respeito e diversidade.