SINOPSE
As estações se entrelaçam em um poema que explora a passagem do tempo e as memórias que não retornam. Abril, quase um personagem, carrega a carga emocional de experiências vividas, enquanto a cidade de Fortaleza, com suas chuvas e promessas não cumpridas, serve como pano de fundo para uma subjetividade em crise. Fragmentos de amor, política e ecos da infância se entrelaçam em uma narrativa que reflete um desejo de fuga.
Imagens cruas e líricas se misturam ao cotidiano e ao delírio, criando um ritmo marcado por repetições que revelam mais do que explicam. A leitura se torna um convite a percorrer ruas alagadas de lembranças, em busca de algo que pode nunca ter existido.