SINOPSE
A figura de Afrodite é revisitada, desafiando a imagem de deusa adúltera que a tradição perpetua. A narrativa revela sua relação com Hefesto e Ares, destacando que suas ações foram respostas a injustiças, não meros caprichos. Através de análises mitológicas e críticas de gênero, a deusa emerge como um símbolo de autonomia e amor consciente, mostrando profundidade e sensibilidade.
Além de um estudo mitológico, a obra provoca reflexões sobre poder feminino e normas sociais, questionando estigmas que afetam mulheres ao longo da história. Afrodite se torna um ícone de resistência, convidando à reavaliação de narrativas clássicas sob uma nova luz.