SINOPSE
O estudo analisa a recepção contemporânea dos primeiros romances de um renomado autor português, que introduziu a estética naturalista no país. A obra explora como a influência de Émile Zola e suas técnicas narrativas, inspiradas em Flaubert, moldaram a literatura europeia até o final do século XIX. A adoção precoce de elementos como impessoalidade narrativa e discurso indireto livre destaca a importância desse autor na literatura naturalista.
A reflexão crítica sobre o movimento naturalista em Portugal é complementada pela reprodução de artigos da imprensa da época, oferecendo um panorama rico e informativo sobre a recepção de suas obras.