SINOPSE
Nos últimos anos, o entendimento sobre a prisão em segunda instância passou por diversas mudanças, especialmente após a operação Lava Jato. A análise dos julgamentos revela que os ministros frequentemente utilizam argumentos contraditórios, refletindo uma incoerência nas decisões. A pesquisa aprofundada apresenta exemplos que evidenciam essas oscilações nas posições do STF.
Além disso, são exploradas as origens do princípio da presunção de inocência e suas aplicações no Brasil e nos Estados Unidos. A experiência prática em audiências e o acesso a materiais relevantes enriquecem a discussão sobre a atuação da Suprema Corte.