SINOPSE
O desenvolvimento de áreas como Biologia Computacional e Farmacologia é impulsionado pelo uso do Docking Molecular, especialmente no desenho racional de fármacos. Experimentos de docking desempenham um papel crucial na seleção de moléculas líderes, mas a precisão matemática dos programas recentes não garante resultados que correspondam à realidade experimental, especialmente em interações com estruturas proteicas complexas.
Este trabalho investiga quatro programas de docking de uso livre, analisando suas similaridades e diferenças nos padrões de resultados. A comparação abrange a energia livre de ligação (ΔG) e a forma como cada programa calcula a contribuição eletrostática de metais nas interações estudadas.