SINOPSE
Discussões acessíveis sobre como narrativas de desesperança são construídas permeiam a obra, oferecendo ferramentas para resistir a essa prática nociva. A naturalização da catástrofe, evidenciada por desastres climáticos e violências cotidianas, gera um sentimento de impotência no século XXI, que é analisado de forma crítica.
O conceito de “patrirracialcapacitalismo” expõe a interconexão das opressões que afetam todos os seres. Reflexões sobre a linguagem e seu papel na construção do mundo nos ajudam a entender a complexidade do conceito de “mundo” na cultura ocidental, essencial para repensar a utopia da vida.