SINOPSE
Unindo tradição oral, pesquisa religiosa e filosofia espiritual, a narrativa revela o papel profundo de Exu Mirim na jornada humana. Desde os primeiros contatos, percebe-se que essa força transcende definições simples, atuando como um arquétipo que navega entre os mundos do homem e do espírito, da inocência e da sabedoria.
O texto convida à reflexão sobre o invisível e o silêncio da consciência, onde convivem tanto os demônios da infância quanto os anjos da redenção. Memórias das tradições africanas se entrelaçam ao sincretismo brasileiro, mostrando que o sagrado se manifesta no riso e na travessura.