SINOPSE
Na quebrada, pensar é um ato de resistência. Conversas diretas e sem filtros revelam a realidade de quem vive no corre, trazendo à tona questões como necropolítica, racismo estrutural e biopoder. A linguagem acessível e cheia de gírias traduz a filosofia para o cotidiano, respeitando a vivência do pensamento preto periférico. Cada capítulo se aprofunda em temas que afetam a vida de muitos, questionando quem vive e quem morre sob as decisões do Estado.
Refletir sobre a arte, o afeto e o sonho como armas de luta é essencial. Essa proposta busca conectar a filosofia à realidade das periferias, mostrando que o pensamento crítico pode surgir em qualquer lugar, seja no baile, no bar ou no ônibus. A quebrada, alvo do sistema, se torna o centro de um novo olhar sobre o mundo.