SINOPSE
Fábulas sempre foram mais do que simples narrativas; elas refletem experiências profundas de deslocamento e silêncio. Uma menina, ao se deparar com essas histórias, reconhece intuitivamente temas como exclusão e identidade. Com o tempo, essas metáforas se tornam um abrigo simbólico, mas chega um momento em que é necessário nomear o que se vive.
A transição da infância para a maturidade revela a importância de dar voz a essas experiências. Através de releituras e memórias, explora-se o impacto do não pertencimento e a relação entre linguagem e autonomia, mostrando que crescer é, muitas vezes, encontrar um espaço onde se pode existir plenamente.