SINOPSE
Raízes profundas da extrema direita no Brasil remontam ao colonialismo e à escravidão, influenciando a formação do Estado desde seus primórdios. A análise revela que o conservadorismo não se limita a uma corrente política, mas atua como um mecanismo de manutenção das hierarquias sociais e raciais, moldando a mentalidade das elites ao longo da história.
O estudo explora a persistência da violência e do autoritarismo como instrumentos estatais, além de como esses fatores contribuíram para o crescimento da extrema direita no século XXI. Compreender essas origens é essencial para decifrar a política polarizada e as desigualdades que persistem na sociedade atual.