SINOPSE
Um Brasil marcado por desigualdades sociais e polarização política vive um momento crítico com a ascensão de um governo que radicaliza o cenário nacional. A manipulação ideológica e a retórica extremista desafiam a democracia e acentuam a divisão entre os cidadãos, levando parte da população a se deixar seduzir por promessas de “libertação”.
O fenômeno da síndrome de Estocolmo emerge como um reflexo dessa realidade, onde a instrumentalização da religião e a politização das instituições alimentam um discurso de ódio. A análise dos mecanismos psicológicos e sociais revela os perigos da mentira coletiva e a necessidade urgente de preservar a verdade e os valores democráticos.