SINOPSE
A crença de que as mulheres devem ser esposas submissas, mães virtuosas e donas de casa alegres permeia o cristianismo, moldando a vida cotidiana das mulheres cristãs em diversas áreas. Essa visão, no entanto, é contestada por uma historiadora que argumenta que a feminilidade bíblica é uma construção histórica, não uma verdade divina.
Com base em sua experiência pessoal e em estudos que vão da gramática grega à história da igreja, a autora busca esclarecer a questão de gênero nas igrejas evangélicas, revelando como essa concepção de feminilidade é um produto da civilização humana, ainda presente nas comunidades religiosas.