SINOPSE
Publicada em 1927, esta obra ilumina a teoria do conhecimento simbólico, destacando como a percepção humana é mediada por símbolos que moldam nossa experiência. O autor critica abordagens tradicionais da epistemologia, como as de Kant e Hume, argumentando que o conhecimento é, em grande parte, indireto e simbólico, essencial para a vida e a cultura.
A compreensão do simbolismo se estende à linguagem, religião, arte e ciência, revelando sua importância na estrutura da percepção individual e coletiva. A leitura oferece uma nova perspectiva sobre a mente humana e seu papel no mundo.