SINOPSE
Trabalhadores enfrentam a pressão constante de responder a e-mails e atender demandas mesmo durante momentos de lazer. A normalização do abuso no ambiente de trabalho levanta questões sobre os limites do empregador e as condições de teletrabalho. Com o avanço tecnológico, novas formas de trabalho remoto têm surgido, muitas vezes em condições precárias e exaustivas, que podem ser comparadas à escravidão moderna.
A precarização do teletrabalho é analisada sob a perspectiva do poder diretivo do empregador e das ferramentas de controle utilizadas. O direito à desconexão é valorizado, enquanto se investiga o impacto do teletrabalho na saúde física e mental dos trabalhadores, além de questões como teleassédio moral e acidentes relacionados ao trabalho remoto.