SINOPSE
Publicado em 1949, o ensaio surge em um período de intensos debates sobre as limitações do capitalismo e as alternativas sociais. O autor, um renomado cientista e intelectual humanista, expressa sua preocupação com o futuro moral e político da sociedade, apresentando uma crítica ao capitalismo como uma “anarquia econômica” que gera desigualdade e concentra poder em poucos.
Defendendo uma economia planejada que atenda às necessidades humanas, o texto ressalta a importância de preservar direitos individuais e uma cultura democrática, evitando os riscos de burocratização e autoritarismo. A obra dialoga com críticas clássicas ao capitalismo, guiada por uma ética humanista.