SINOPSE
Crianças representam uma fronteira essencial a ser descolonizada, revelando sua alteridade e singularidade. Através de uma etnografia, um grupo de crianças de periferia expressa suas vozes críticas e criativas, compartilhando histórias, brincadeiras e arte, refletindo sobre suas vivências e percepções da vida.
A escuta atenta e a autocrítica são responsabilidades dos adultos, que devem se abrir para entender e valorizar essas narrativas. O diálogo entre gerações se torna fundamental para a construção de um futuro mais inclusivo e consciente.