SINOPSE
Refletir sobre a intersecção entre Literatura e Direito revela como as artes podem aprimorar o senso crítico dos juristas. Defensores do Movimento Direito e Literatura argumentam que essa conexão promove decisões mais conscientes e uma cidadania mais empática, embora críticos questionem a validade dessas premissas. O surgimento do movimento nos anos 70, nos Estados Unidos, foi marcado por controvérsias que o consideraram excessivamente sentimental.
A discussão em torno desse tema busca fundamentar a importância da empatia e da compreensão no exercício da cidadania democrática. A proposta de integrar Direito e Literatura se apresenta como um caminho para enriquecer a educação jurídica, promovendo um senso crítico mais apurado e uma reflexão necessária sobre a reforma do ensino jurídico.