SINOPSE
Uma análise profunda do Livro de Jó revela uma nova perspectiva histórica e teológica, situando sua composição no contexto do pós-exílio babilônico, entre 450 e 350 a.C. O protagonista, longe de ser um herói passivo, emerge como uma figura rebelde que questiona a teologia da retribuição e a exploração enfrentada pelos camponeses sob o domínio persa.
O embate entre a verdadeira teologia de Jó e a antiteologia de seus amigos destaca a busca por justiça divina em meio ao sofrimento. Este não é visto como castigo, mas como um espaço de resistência e clamor por um Deus libertador, refletindo a realidade de um povo oprimido.