SINOPSE
Movimentos como a arte povera, o Fluxus e a arte conceitual influenciaram um artista que decidiu trilhar um caminho único. Em vez de se alinhar a uma tendência específica, ele investiga poeticamente a tensão entre suas experiências na vanguarda carioca e um contexto europeu, marcado pela cultura de consumo e pelas dinâmicas de mercado.
A trajetória desse criador nas décadas de 1960 e 1970 é analisada sob uma perspectiva transnacional, revelando como sua obra se tornou um espaço de diálogo entre as neovanguardas do Brasil e da Europa, ao mesmo tempo em que mantém uma crítica distanciada a ambas.