SINOPSE
Refletir sobre o controle em nossas vidas pode revelar traumas ocultos da infância. A busca por poder e as complexidades das relações humanas são exploradas através das experiências de Vitor, Verônica e Laura, que ilustram como a necessidade de controle pode impactar negativamente os relacionamentos familiares e amorosos. Questões profundas sobre hábitos e traumas nos convidam a considerar suas influências, mesmo após a morte.
A jornada proposta é um convite ao autoconhecimento, desafiando o leitor a se libertar da dependência emocional e de padrões prejudiciais. Ao compreender as amarras que nos prendem, é possível vislumbrar uma vida mais plena e livre.