SINOPSE
Há uma ressonância interna que conecta o ser humano ao infinito. Entre elementos e cosmos, o convite é para uma escuta atenta dos ecos que habitam nosso ser, que podem não ser exclusivamente nossos. Questões sobre a necessidade do olhar humano para a existência e a possibilidade de que o silêncio seja a essência primordial nos levam a refletir sobre a interconexão com o universo.
Essas indagações surgem como sementes, e as respostas, quando aparecem, manifestam-se mais como presença do que como explicações. A proposta é atravessar a lógica e tocar o mistério, lembrando que já fazemos parte de algo vasto e interligado.