SINOPSE
Atrocidades do colonialismo são discutidas, especialmente as que afetam os indígenas, que ainda enfrentam cicatrizes profundas em suas memórias. A resistência cultural e ética a um império que busca homogeneizar suas cosmologias é um tema central. Questões sobre a exploração indígena nos seringais pan-amazônicos durante o ciclo da borracha são abordadas, revelando conexões entre ficção e Antropologia.
O texto explora as intersecções entre História, Literatura e Antropologia, destacando a memória e a alteridade indígena. As feridas e saberes são revisitados, questionando a força do olhar etnocêntrico e as mobilidades culturais que permeiam esses universos.