SINOPSE
O conhecimento sobre plantas medicinais, transmitido por idosas sem escolaridade formal, revela valores etnopedagógicos essenciais para a cultura local. A transmissão desse saber é fundamental para a formação das novas gerações, que se beneficiam da experiência acumulada ao longo do tempo. A relação entre ciência e senso comum é explorada, destacando a importância da sabedoria popular na cura de doenças.
As práticas de cura, baseadas em conhecimentos ancestrais, desafiam a visão tradicional da medicina, valorizando a experiência das idosas. Esse legado cultural é crucial para a educação, promovendo uma reflexão sobre a integração entre saberes populares e o ensino formal.