SINOPSE
O sofrimento muitas vezes não se resolve, mas pede para ser escutado. Durante anos, um profissional da saúde lidou com dores e urgências, percebendo que alguns males não se deixam anestesiar. Em meio a conversas informais à beira-mar, ele explora encontros clínicos e existenciais, onde o sintoma se transforma em uma linguagem a ser compreendida. O inconsciente se revela nas repetições e silêncios do cotidiano.
Essa reflexão não se limita a soluções rápidas, mas propõe uma pausa para escuta em um mundo apressado. Destinado a quem busca entender o que insiste em retornar dentro de si, o texto é um convite à contemplação e ao diálogo, sem promessas de cura fácil, mas com sensibilidade e rigor.