SINOPSE
As bases teóricas da colonialidade do poder adultocêntrico são exploradas, revelando como essa condição foi moldada pela invasão colonial na América Latina. A conexão entre a racialização de povos e o surgimento do capitalismo, da ciência e do Estado é discutida, propondo um giro descolonial que reinterpreta categorias geracionais como produtos das condições materiais de um continente, em vez de meras construções culturais da modernidade.
A análise das infâncias e juventudes modernas é aprofundada, destacando suas origens em contextos de exploração e genocídio. O estudo propõe uma reflexão sobre as desigualdades e as resistências descoloniais, enfatizando a importância de instrumentos político-jurídicos na luta contra a opressão e na reificação das realidades sociais.