SINOPSE
Um curumim curioso, ao perseguir uma arara, descobre a origem do cocar indígena entre os povos Tabajara. Essa jornada revela a memória ancestral e a importância das araras, cujas penas guardam segredos do tempo. A narrativa convida à imersão na cosmologia indígena, onde cada palavra é uma reza e cada ilustração, uma melodia que celebra a ancestralidade.
Com uma linguagem poética e ilustrações vibrantes, a obra apresenta às crianças o cocar como símbolo de força e identidade, conectando passado e presente, tradição e futuro, em uma celebração da cultura e da relação sagrada com a natureza.