SINOPSE
Dinâmicas financeiras são influenciadas por relações de gênero, revelando como mulheres enfrentam desafios estruturais e buscam estratégias de emancipação. Questões como a escassez, a parentalidade e o trabalho de cuidado não remunerado são discutidas, assim como a importância da educação financeira para jovens mulheres e o impacto de construções sociais sobre amor e casamento na autonomia financeira.
Além disso, são exploradas as experiências de mulheres negras e autistas em relação ao dinheiro, os custos da violência de gênero e a desigualdade salarial. Reflexões sobre o papel das mulheres investidoras e a provocação sobre Freud oferecem um convite à transformação e à busca por equidade financeira.