SINOPSE
O termo tekoá, inicialmente relacionado a uma aldeia do povo tupi-guarani, se expande para um modo de existir que transcende o território. Essa abordagem propõe uma reflexão sobre a ética nas tradições de pensamento ocidental, explorando a relação entre humanos, natureza e a própria identidade, com ênfase nas dinâmicas de poder, diferenças e a vida em comum.
Além disso, a obra analisa criticamente como saberes ancestrais resistiram e floresceram diante das violências colonizadoras, destacando a importância da memória como fonte de conhecimento e resistência cultural.