SINOPSE
Fazer amor é um ato que se repete indefinidamente, e essa provocação permeia a narrativa ambientada em 1920. A trama irreverente e erótica explora a jornada de um homem que realiza o ato amoroso em uma escala sobre-humana, enquanto questões de sexualidade e tecnologia se entrelaçam. Um trem veloz e ciclistas movidos por um alimento inovador desafiam os limites do prazer físico e da competição.
Ao questionar a relação entre o ser humano e as máquinas, a narrativa revela uma sociedade em transformação, onde os avanços científicos moldam identidades. A busca pelo absoluto leva a reflexões sobre amor e desejo, ecoando discussões que permanecem relevantes até os dias atuais.







