SINOPSE
Na era digital, a promessa de neutralidade tecnológica se revela ilusória, especialmente para pessoas negras, que enfrentam desigualdades históricas intensificadas por algoritmos e dados. A análise das interações entre racismo estrutural e tecnologia revela como essas desigualdades se manifestam de forma silenciosa e sistemática, afetando a vida cotidiana.
Com base em legislações como a Constituição e a Lei Geral de Proteção de Dados, a obra propõe uma reflexão sobre a ética na tecnologia. Caminhos para uma atuação consciente e comprometida com a dignidade humana são apresentados, desafiando a reconfiguração do racismo na sociedade algorítmica.