SINOPSE
Uma exploração profunda da evolução da relação humana com o tempo revela que este conceito é uma construção social, moldada por culturas e eras distintas. Desde os primeiros calendários até a revolução digital, diferentes sociedades mediram e valorizaram o tempo de maneiras únicas, com monumentos megalíticos e tradições religiosas influenciando a experiência coletiva.
A análise da mecanização do tempo e sua utilização como instrumento de controle durante a colonização e industrialização destaca a resistência de comunidades que lutam por autonomia temporal. Reflexões sobre a aceleração contemporânea e movimentos por desaceleração oferecem uma perspectiva essencial para reimaginar nossas estruturas temporais e enfrentar os desafios do futuro.