SINOPSE
Fatos do cotidiano de uma jovem família indígena em um pequeno assentamento no sul do Brasil revelam uma realidade surpreendente e muitas vezes estarrecedora. A narrativa expõe abusos, violências e relações familiares deterioradas, trazendo à tona verdades ocultas por décadas. A vida no assentamento é marcada por agressões físicas e verbais, refletindo um ambiente doentio e conivente.
Entre as décadas de 1950 e 1985, a degradação familiar é retratada através das ações da matriarca e do vício em álcool do patriarca, culminando em uma trajetória de sofrimento e perda. A história revela a complexidade das relações e os desafios enfrentados por essa comunidade.