SINOPSE
Reflexões profundas sobre a crítica e sua evolução ao longo da história ocidental são apresentadas em duas conferências marcantes. A crítica é abordada como uma atitude de insubordinação, desafiando as estruturas de dominação e propondo um modo de vida que valoriza a rebeldia e a insubmissão. Essa abordagem transforma a filosofia em uma prática crítica, não apenas teórica, mas também existencial.
Além disso, a tradição greco-romana é revisitada para repensar as formas modernas de subjetivação. Com uma introdução esclarecedora e notas críticas, o texto convida à reflexão sobre a interconexão entre crítica, Aufklärung e cultura de si.