SINOPSE
Após a Segunda Guerra Mundial, um novo paradigma surge, o reprodutivismo, que traz à tona a hegemonia de conceitos como sistema, estrutura e reprodução. Nesse cenário, a integração da classe operária e o consumo se destacam, enquanto ideologias estruturalistas e funcionalistas dominam o pensamento. No entanto, as crises sociais dos anos 1960 desafiam essas concepções, levando ao surgimento de ideologias subjetivistas e ao renascimento do pensamento crítico.
Em meio a esse contexto, a análise da reprodução e das superações propostas se torna fundamental. A reflexão crítica sobre as novas concepções emergentes e as ideologias superadas revela a complexidade do período, oferecendo uma compreensão mais profunda dos desdobramentos ideológicos que se seguirão.