SINOPSE
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Questões sobre a linguagem em obras escritas em línguas não maternas são exploradas, destacando a errância de identidade que atraiu grandes escritores. A análise foca em dois textos que ilustram bem a complexidade da língua não-materna na literatura, “Amour Bilingue” e “Le monolinguisme de l’autre”, ambos de autores que dialogam sobre suas experiências e identidades.
A pesquisa revela afinidades entre os autores, que compartilham uma origem magrebina e a escolha de escrever em uma língua diferente da sua. Essa relação propõe uma reflexão profunda sobre pertencimento e a experiência literária.
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