SINOPSE
Reflexões provocativas desafiam a objetividade da psicologia tradicional, propondo uma nova abordagem que valoriza a experiência vivida nas favelas. A autora compartilha seu percurso na formação em Psicologia, revelando como conceitos elitistas presentes nas teorias psicológicas influenciam a prática profissional, gerando uma elite intelectual que precisa ser reavaliada.
Três caminhos são explorados, analisando a formação, a prática e os projetos comunitários. A proposta de uma psicologia favelada emerge das lutas e resistências locais, destacando a importância de ouvir e dialogar com as comunidades, humanizando tanto a favela quanto a psicologia.