SINOPSE
A cultura ocidental, muitas vezes invisível, sustenta a vida até que se torne prejudicial. A confusão entre evangelho e pressupostos de civilizações antigas revela a necessidade de desmascarar as raízes religiosas que moldam o Ocidente. Um percurso é traçado para reconstruir as categorias fundamentais da formação ocidental, abordando a crise do mundo cristão diante da modernidade e a fragmentação do indivíduo.
O texto também explora o transumanismo como um fenômeno quase religioso, desafiando a antropologia bíblica. A proposta é uma cultura missio-escatológica, onde a igreja vive sua missão em harmonia com a realidade, convidando à reflexão e à criação à luz da eternidade.