SINOPSE
A avaliação transcende um mero processo técnico, envolvendo também questões políticas e sociais. Pode ser um exercício autoritário ou, alternativamente, um caminho colaborativo onde avaliador e avaliando experimentam transformações qualitativas. Essa abordagem, muitas vezes referida como avaliação emancipadora, propõe uma concepção dialética que promove um diálogo enriquecedor.
A discussão sobre essa concepção é fundamental, especialmente no contexto da avaliação de programas de política social, pesquisa participativa e educação popular. O objetivo é oferecer uma base teórica mais robusta para um campo de reflexão que ainda carece de definição clara.