SINOPSE
Na cidade de Vale-Cinza, uma floresta viva e consciente responde às dores humanas ignoradas. Nove crianças desaparecem ao cruzar seus limites, cada uma carregando marcas de abandono e medo. A narrativa revela suas trajetórias individuais, mostrando que a floresta não é uma predadora, mas uma entidade que observa e acolhe verdades.
Conforme o suspense se intensifica, a história expõe a responsabilidade coletiva dos adultos e da cidade, evidenciando que os desaparecimentos refletem falhas afetivas e sociais. A conclusão é clara: ninguém se perde sozinho, pois toda perda surge do silêncio e da omissão.