SINOPSE
Desastres naturais têm se tornado mais frequentes, exigindo políticas públicas eficazes para a gestão de riscos. A análise das Políticas Públicas Humanitárias em Portugal continental revela a complexidade dos conceitos de risco e resiliência, além de desafios na implementação. A pesquisa critica métodos de medição de riscos, como o INFORM Risk Index, e identifica os principais riscos enfrentados entre 2000 e 2022, propondo o Método SVOR para fortalecer comunidades e orientar políticas.
A evolução das legislações da UE e de Portugal é explorada, destacando a falta de políticas específicas para Ondas de Calor. O estudo enfatiza a importância de evidências mensuráveis e do envolvimento comunitário, propondo recomendações que incluem a criação de um Plano Nacional para Ondas de Calor e a melhoria da coordenação interinstitucional. A gestão de riscos deve ser mais objetiva e centrada na resiliência, reconhecendo que a preparação é essencial para minimizar perdas.