SINOPSE
Análises de obras do século XX revelam a reescritura do clássico romance de Cervantes, explorando as intertextualidades com “O Jogo da Amarelinha”, de Cortázar. Duas narrativas são destacadas: “Museu do Romance da Eterna”, de Fernández, e “Pierre Menard, autor do Quixote”, de Borges, abordando as particularidades do conto e do romance sob a ótica de Bakhtin e Lukács.
A discussão central gira em torno do leitor, que se transforma em personagem e elemento textual. Teorias de Iser e Eco fundamentam essa análise, enquanto Genette e Hutcheon oferecem suporte às relações intertextuais, destacando a singularidade do leitor em cada obra estudada.